Sexta-feira, 30 de Abril de 2010

puff.. que oração.. que suspiro de alegria por tanto sentimento misturado!

ainda bem q saí do meu conforto e fui procurar as minhas raízes...

e acima de tudo, conhecer as da minha comunidade!



publicado por Ricardo Lima às 23:42 | link do post | comentar

Quarta-feira, 28 de Abril de 2010

Foi-me pedido que vasculhasse nos meus arquivos um texto que tinha escrito pela altura em que dava os meus primeiros passos voluntários e convictos. Lembrava-me perfeitamente do local onde o tinha escrito e do gozo que me tinha dado escrevê-lo, mas já não me lembrava exactamente do que tinha escrito nem de onde o tinha guardado. Lá o encontrei e fica agora aqui partilhado:

 

"Um sorriso abundante que invade as nossas veias e artérias,

Um sorriso forte que impulsiona os nossos actos,

Um sorriso delicado que se estende nos nossos lábios,

Um sorriso brilhante que ilumina os nossos passos,

Um sorriso carinhoso que nos faz abraçar a vida,

Um sorriso belo, lindo, grande, grandioso, enorme, gigantescamente perfeito e pleno, que nos faz sorrir-Te para os outros!

 

És assim meu Pai… Abundante, forte, delicado, brilhante, carinhoso, belo, lindo, grande, grandioso, enorme, gigantescamente perfeito e pleno!

 

E hoje dou-Te graças por isso… Por seres assim e com isso me revelares o caminho, aquele que devo e desejo percorrer porque provoca em mim um enorme prazer! Mas tudo isto não faria sentido se não me ensinasses que devo percorrer este mesmo caminho, não com a pressa de chegar ao fim, pois ele não tem fim, mas antes com a ânsia de saborear cada momento dele, como especial que é!

 

Obrigado… Belo, lindo, grande, grandioso, enorme, gigantescamente perfeito e pleno… Pai!"

 

Mira 2005



publicado por José Oliveira às 00:40 | link do post | comentar

Domingo, 25 de Abril de 2010

Jesus, hoje agradecemos-te por sermos uma comunidade feliz que Te segue e vive ao jeito do Amor.

Agradecemos-te, também, por estarmos a aprender cada vez mais coisas sobre Ti e assim estarmos a tornarmo-nos mais confiantes no caminho que estamos a percorrer contigo.

Obrigada por nos ajudares a sermos felizes!

 

3º Volume



publicado por Ana Montenegro às 13:08 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Segunda-feira, 19 de Abril de 2010

Há uns dias, à mesa, ao almoço, eu e as minhas colegas comentávamos o que é ser uma pessoa importante.

Vinha isso a propósito de alguém que comentara que só se relacionava profissionalmente com pessoas importantes. Dizia uma das minhas colegas: "Como se houvesse pessoas importantes e outras que o não são!"

 

Nisto, digo eu: "Sabem, a questão é simples, eu só uso tacões porque não tenho um metro e oitenta. Se tivesse, não precisava deles. As pessoas só se põem em bicos de pés quando, sem isso, nunca conseguiriam ser vistas."

 

Dito isto, lembrei-me de um texto que recebi há pouco tempo. Fica, então, aqui.

 

 

O barulho da carroça

 

Certa manhã, o meu pai, sábio homem, convidou-me a dar um passeio no bosque e eu aceitei com prazer. A dada altura,  ele deteve-se  numa  clareira e, depois de um pequeno silêncio, perguntou-me:
- Além do cantar dos pássaros, estás a ouvir mais alguma coisa?
Apurei os ouvidos alguns segundos e respondi:
- Estou a ouvir o barulho de uma carroça.
- Isso mesmo - disse o meu pai - é uma carroça vazia...
Perguntei ao meu pai:
- Como é que o Pai sabe que a carroça está vazia, se ainda não a vimos?
- Ora - respondeu-me ele - é muito fácil saber que uma carroça está vazia por causa do barulho. Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que faz.

Tornei-me adulto e, até hoje, quando vejo uma pessoa falando demais, gritando com o intuito de intimidar, tratando o próximo com brusquidão inoportuna e prepotência, interrompendo todas as conversas, para demonstrar que é a dona da razão e da verdade absoluta, tenho a impressão de ouvir a voz do meu pai dizendo:

Quanto mais vazia a carroça, mais barulho ela faz...



publicado por Micaela Madureira às 21:37 | link do post | comentar

Domingo, 18 de Abril de 2010

Primeiro, quero dizer que, hoje, a catequese do 8º volume foi muito especial, com muito eco do Retiro da semana passada. Afinal, o objectivo era sairmos transformados e transformadores. A Boa Notícia não pode ficar trancada em nós. Ou é espalhada aos quatro ventos ou não é Boa Notícia.

 

Segundo, porque assim me foi pedido, deixo aqui a Oração dos Fiéis da semana passada, preparada pelos não cantores do Centro. Creio que é a Oração dos Fiéis menos convencional que já vi, mas está cheia da verdade dos corações transbordantes de alegria.

 

 

"Jesus, ajuda-nos a fazer Memorial do Teu Rosto e do Teu jeito humano, para que saibamos ser Teu Corpo.

 

Agarra-nos, Abba, agarra-nos com a Tua Força  e lembra-nos de quem somos e qual é a nossa História, sempre que tentarmos ser apenas mornos para não inquietarmos ninguém.

 

Pai, ajuda-nos a não pararmos de Te escutar, para que a inspiração que recebemos de Ti se torne inspiradora para os que nos rodeiam.

 

Deus Belo, faz com qe este pulsar de vida, este bater descontrolado de coração não se extinga aqui, mas dele brotem critérios válidos e opções concretas."

 

Em jeito de conclusão, tenho de dizer que o bater do coração está um pouquinho mais calmo, mas, felizmente, continuo a sentir-me profundamente feliz por ter sido encontrada por Deus.


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publicado por Micaela Madureira às 15:14 | link do post | comentar | ver comentários (3)

Sábado, 17 de Abril de 2010

No último fim-de-semana, descobri um Deus que não quer templos para viver. Não gosta de ficar fechado numa casa construída pelas nossas mãos, preferindo caminhar connosco, de mochila e tenda às costas para se fazer sempre presente. Assm, "The Backpacker" tornou-se na sua nova alcunha. :-)

 

 

 

Desenho de Alexandre Caramez


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publicado por José Oliveira às 17:10 | link do post | comentar | ver comentários (2)

Quarta-feira, 14 de Abril de 2010

Desta vez um e-mail que recebi do meu pai ! Aqui vai...

 

"Um professor diante da sua turma de filosofia, sem dizer uma palavra, pegou num frasco grande e vazio de maionese e começou a enchê-lo com bolas de golfe. A seguir perguntou aos estudantes se o frasco estava cheio. Todos estiveram de acordo em dizer que 'sim'.


O professor tomou então uma caixa de fósforos e a vazou dentro do frasco de maionese. Os fósforos preencheram os espaços vazios entre as bolas de golfe. O professor voltou a perguntar aos alunos se o frasco estava cheio, e eles voltaram a responder que 'Sim'.


Logo, o professor pegou uma caixa de areia e a vazou dentro do frasco. Obviamente que a areia encheu todos os espaços vazios e o professor questionou novamente se o frasco estava cheio. Os alunos responderam-lhe com um 'Sim' retumbante.
O professor em seguida adicionou duas chávenas de café ao conteúdo do frasco e preencheu todos os espaços vazios entre a areia. Os estudantes riram-se nesta ocasião. Quando os risos terminaram, o professor comentou:


'Quero que percebam que este frasco é a vida. As bolas de golfe são as coisas importantes, a família, os filhos, a saúde, a alegria, os amigos, as coisas que vos apaixonam. São coisas que mesmo que perdessemos tudo o resto, a nossa vida ainda estaria cheia. Os fósforos são outras coisas importantes, como o trabalho, a casa, o carro etc. A areia é tudo o resto, as pequenas coisas. Se primeiro colocamos a areia no frasco, não haverá espaço para os fósforos, nem para as bolas de golfe. O mesmo ocorre com a vida. Se gastamos todo o nosso tempo e energia nas coisas pequenas, nunca teremos lugar para as coisas que realmente são importantes. Prestem atenção às coisas que realmente importam. Estabeleçam as vossas prioridades, e o resto é só areia.'

 

Um dos estudantes levantou a mão e perguntou:  Então e o que representa o café? O professor sorriu e disse: 'Ainda bem que perguntas! Isso é só para vos mostrar que por mais ocupada que a vossa vida possa parecer, há sempre lugar para tomar um café com um amigo'."



publicado por Ana Montenegro às 16:54 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Segunda-feira, 12 de Abril de 2010

Surge a manhã! Tudo é festa
Tudo no campo é prazer.
Trinam aves na floresta
Hinos do sol ao nascer.
Nestas horas misteriosas
Em que dos jasmins e rosas
Sobem perfumes aos céus,
Nestas horas de magia
Em que tudo tem poesia,
Meus pensamentos...são teus.

 

Leva o sol seu curso em meio,
Tudo inunda em clara luz
E só das selvas no seio
Branda sombra se produz.
Mal se ouvem os zumbidos
Dos insectos e os gemidos
Da fonte caindo além;
Nesta hora de ardente calma
De amor só me falta a alma
E este amor...é teu também.

 

Já vai desmaiando o dia,
Aumenta o grato frescor
E na alameda sombria
Gorgeia o alado cantor;
Soltam-se os diques às presas,
Da rega é a hora, e às rezas
Convida o bronze cristão;
Cede o trabalho ao descanso;
Nestas horas de remanso
Meus pensamentos são teus.

 

Noite é já. A Lua alta
Dos ares cruza a amplidão,
Longe, ao longe, o mar exalta
Aos céus a vaga canção;
E do arvoredo a folhagem
Quer, na sua linguagem,
Seus bramidos imitar;
O sono a terra domina
E a tua imagem divina
Me enleia em brando sonhar!

 

Penso em ti a toda a hora,
De manhã, pelo arrebol,
Depois, quando à luz da aurora
Sucede o fulgor do sol;
Penso em ti na hora amena
Em que a tarde vai serena
Envolver-se em ténue véu;
Penso em ti de noite escura,
E é toda a minha ventura;
A mais não aspiro eu.

Júlio Dinis

 

Papá, hoje, quero dedicar-Te este poema. Ao reaviar memórias, ele veio naturalmente, Tu sabes. Só que, veio, ao mesmo tempo, de uma forma totalmente nova. Acho que os dois bem sabemos que ele simboliza muito bem aquilo que eu te dizia no post anterior: vamos reescrever a nossa História, na certeza de que o faremos de uma forma radicalmente nova.

 

Sabes, Papá, ponho aqui este poema, porque ele, para mim, simboliza Enamoramento. É assim que me sinto neste momento: enamorada de Ti!

Ajuda-me, Papá, a passar do Enamoramento ao Amor. Ajuda-me, Papá, a aspirar a mais do que pensar em Ti. Ajuda-me a aspirar ser Corpo do Teu Jesus. Ajuda-me a aspirar ser totalmente dominada e possuída por Ti. Ajuda-me, para que a Tua imagem, reflectida de maneira perfeita no Rosto de Jesus, são me faça adormecer numa tranquilidade morna, mas me desinquiete e faça ao TEU jeito.

 

Conduz Tu a dança, Papá! Por favor, conduz Tu a dança!


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publicado por Micaela Madureira às 23:14 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Boneco Mira 2010



publicado por Alexandre Caramez às 14:59 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Domingo, 11 de Abril de 2010

Papá...

 

Mais uma vez nos comprometemos a parar contigo e redescobrir o teu Grande Amor.

A caminho, fomos deixando para trás o mundo que continuava a correr como louco.

O tema não podia fazer mais sentido, e quando começou as partilhas Papá, foi tão bom sentir que fazemos parte uns dos outros.

Após a chegada começamos por descobrir como é ser Discípulo a luz do Profeta.

Um Profeta a quem lhe queima o peito mesmo quando diz "Não, não o quero fazer, não o quero dizer" mas Tu Papá és tão especial que não conseguimos ficar indiferente, mas afinal o que tem este Profeta que é esquisito? Que fala de uma maneira esquisita?

Neles, voltei a descobrir algo que já sabia... numa nova perspectiva, pois são mais ousados porque são livres.

Um Discípulo a quem Jesus diz "Segue-me" e Ele sem pôr em causa ou pedir algo em troca vai.

É lindo este teu Amor que nos toca bem cá dentro. Como é fascinante Papá.

Percebi também que não posso esquecer a minha origem, a tua origem, a nossa origem, aonde começas a fazer historia com o povo, aonde começas a fazer historia comigo.

Sabes Papá quando o Rui Santiago contou que há muitos anos queriam que "Deus fosse só Deus" eu lembrei-me que as vezes faço isso e não quero arranjar mil e uma desculpa mas sim propor-me a ter-te junto a mim, a seres o meu Senhor, o meu Deus, pois contigo caminho livre e bem mais longe.

Tenho andado longe e desde ontem tem sido tão bom este (re)encontro contigo Abba.

Foi tão bom partilhar contigo e com toda a minha comunidade, mesmo que em silencio, que és sem duvida Amor.

Sinto-me "cheio" e com vontade de dizer: O meu Senhor é belo pois não quer ser meu Dono, apenas quer Amar-me e poder verme Crescer, fazer parte da minha Vida, sorrir quando estou Feliz, abraçar-me quando estou Triste.

Para mim és especial e tenho muito orgulho de te chamar Papá.

Ajuda-me a escutar e anunciar.

 

Papá sabes que te amo não sabes?

 

Eu sei que sim, mas tambem sei que gostas que to diga e que diga a todos que comigo caminham.

 

ABBA AMO-TE.

 

A todos, com quem tenho a oportunidade de caminhar e nunca lhes tinha dito antes AMO-VOS.


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publicado por Hugo Pena às 22:40 | link do post | comentar | ver comentários (2)

Abbá, Meu Senhor,

Agora que este Retiro se iniciou, mas de alguma forma terminou, é momento de, mais uma vez partilhar com toda a Comunidade o quão delicioso este início foi...

Papá, sim, Tu que nos chamas a Ser, a querer Ser e a fazer Ser, como é bom nos apercebermos que “a chama acesa em nós” é sinal de que queres, podes e irás Ser em nós. Como é bom ouvir toda a comunidade a partilhar, por palavras ou gestos, como sorrisos ou até mesmo pelas pequenas mas tão belas "irrequietudes" (tentem achar palavra melhor, mas é empregada com carinho) do Tiago.

Dou-Te graças por pores na minha vida aqueles que anunciam a Tua Palavra, para que o meu “eu” não seja oco, mas sim eco.  E isto Te agradeço porque Te vejo, e porque Te sinto em mim, por muito que, às vezes eu esteja distraído. Mas afinal, não era esse um dos objectivos deste Retiro, “Parar para Ver”, Sentir, Escutar, Ouvir, Saborear.  Não é bom sair do turbilhão urbano, para Parar e deixar que os Teus sentidos se façam sentir em nós?

Pai, tenho tanto para Te agradecer e louvar.

Agradeço-Te os mais diversos momentos deste Retiro, os momentos de oração, de reflexão, ou mesmo até os momentos de gargalhada em que temos a certeza que estás lá, a rir connosco, a sussurrar, ou gritar connosco, a cantar connosco, a TUDO connosco.

Ai, torno-me repetitivo, e eu não gosto nada, mas...

Pai, agradeço-Te porque concretizei da maneira mais especial que tu não te diriges a nós pela Lei mas pelo Espírito Santo, ao contrário do que muitos diziam e dizem. Agradeço-Te pelas belas palavras do Rui Santiago, que juntamente com as partilhas de todos me deixaram Transformado e Transformador, para que cada vez mais, ao Teu Jeito, seja Teu discípulo, Teu “servo”, sim, para que Tu sejas o meu Senhor, o meu Dono. Para que mandes em mim, me domines, peço-Te que me dês forças para que eu Te deixe moldar e desarrumar a minha casa, o meu intimo.

“Lembras-Te” quando Te agradeci pelas pessoas que colocas na minha vida, que assim se transforma em VIDA? Claro que sim, que disparate. Quero também agradecer-Te por elas, porque são elas que me levam às origens, me denunciam, ou Te anunciam em mim. Quanto a mim, quando se falou em NÃO ESQUECER, EM AVIVAR A MEMÓRIA,  lembrei-me de quando alguém, com o sorriso nos lábios me lembra mais criança disfarçado de Robin dos Bosques. Essa pessoa sabe quem é e, como não é segredo, sim, és tu Sandra, OBRIGADO. São nestes pequenos gestos que Te vejo em mim.

Bem, agora chegou o momento de Te pedir, mais uma vez algo:

Gostaria que me ajudasses a continuar, tal como os Teus 12 Discípulos, mesmo depois do Falhanço.

Pai, Pai, Pai...

Para terminar esta minha partilha, mas só por agora, peço-Te mais uma coisa apenas:

FAZ COM QUE TUDO QUE SEJA VAZIO EM MIM, OCO, SE TRANSFORME EM ECO DA TUA PALAVRA.

Obrigado a Ti, Abbá, Papá, Senhor, “Pai de Jesus e Pai nosso” e, também a vocês pessoal, companheiros de caminhada.

OBRIGADO, PAI:

AMO-TE... CADA VEZ MAIS E MAIS E MAIS E MAIS...

OBRIGADO A TODOS...

RUI CUNHA


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publicado por Vânia Pena às 22:26 | link do post | comentar | ver comentários (3)

Abbá,

Como é bom parar papá...

Como é bom parar para Te deixar entrar bem cá dentro...

Como é bom parar para ser moldada...

Como é bom parar para reflectir...

Como é bom parar!

Deixar  toda a confusão do dia-a-dia para me dedicar a Ti!

 

Pai, quero agradecer-Te por este retiro, estes dias de reflexão, de alegria, de dedicação, de partilha...

Pelo sabor formidável que ficou em mim, Pai!

Quero agradecer-Te também por neste retiro, ter visto de forma especial como os discípulos te seguiam...Simplesmente um “SEGUE-ME”, tudo se transforma.

Ajuda-me Meu Deus, Meu Senhor a continuar a seguir-Te, a sentir cada vez mais o Teu jeito doce de um Pai presente a dar-me força para continuar, principalmente naqueles momentos que Te deixo na prateleira do quarto. Quando isto acontecer Papá, ajuda-me a nesse mesmo instante voltar atrás, a levar-Te bem juntinho de mim. É assim que faz sentido. Juntos...sempre juntos!!!

Agradeço-Te Pai por toda a comunidade, porque sem ela era impossível.

Agradeço-Te Pai pelas marcas bonitas que este grupo deixa em mim, por todos os momentos que transformam a minha vida.

É delicioso tê-los como companheiros de caminhada...

É delicioso tê-los como amigos...

É delicioso sorrir com eles...e muito mais por fazerem parte de mim!

Obrigado Papá por todas estas pessoas que colocas na minha Vida!

 

 

 

AH!!!! Já disse que Te Amo Hoje???

(Já...Sim, já o disse eu sei....)

 

MAS NÃO ME CANSO DE O DIZER!!!!

AMO-TE MUITO PAPÁ!


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publicado por Vânia Pena às 21:42 | link do post | comentar | ver comentários (2)

Olá mais uma vez papá!

Obrigada por nao te contentares com o que é mais fácil para nós, por nao te contentares em ser um Deus só Deus e quereres ser mais, quereres ser um Deus-rei, um Deus-PAI, um Deus-Amor que escolhe caminhar connosco!

Olha, agora, depois de este retiro, com estas questões e cliques todos a sair pelas costuras não me deixes esquecê-los, não?

Não me deixes que lhes faça como às vezes te faço a ti e os ponha num canto onde são mais cómodos, Não!

Ajuda-me a mante-las à superficie para que façam ondas, para que deixem marcas!

Já não chega ser só boa pessoa, é preciso mais, é preciso desafio.

Porque é tão fácil ficar pela norma, é tão fácil ficar em uníssono com os outros e ser só mais um, mas tu não!

Tu chamas-nos a ser mais, a seguir-te, a dançar um ritmo diferente, o TEU ritmo.

Amo-te, papá. Obrigada.


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publicado por Marta Rosario às 19:53 | link do post | comentar | ver comentários (4)

Papá:

 

Ontem, através do texto "Parar para ver", que a Luísa já aqui pôs, convidaste-me a parar.

 

Perguntei-me, então, para que me convidavas a parar.

A primeira resposta, a institiva, aquela que resultava clara e imediata, foi que me convidavas a parar para ver. Sim, convidavas-me a ver todas as pequenas coisas que estivessem no meu caminho.

Simbolicamente, vim a olhar pela janela e a reparar no que se encontrava escrito nos sítios por onde passava.

 

Então, encontrei:

 

- Um anúncio de um azeite, creio que Oliveira da Serra, que dizia algo fantástico como "Porquê ser menos do que pode ser?"

 

- Escrito em vários lados: Só Jesus salva. Muito provavelmente, quem o escreveu podia nem pensar na Salvação como a entendo e ter de Jesus uma imagem bem diferente da minha. Agora, que "Só Jesus salva", só Ele tem, como dizia Pedro, palavras de Vida Eterna, disso não tenho dúvidas.

 

- Ao passarmos por uma cooperativa agrícola, vi uma tabuleta que, não sei porquê, mas muito provavelmente porque estava atenta, me fez sentir chamada por Deus, chamada a dar as minhas mãos, os meus pés, a minha boca e todo o meu ser, Àquele que nunca desiste de querer precisar de nós na obra da Criação. Dizia assim: "Aceitam-se trabalhadores.".

 

Quando chegamos a Mira, Papá, senti que a lógica, sem que eu percebesse bem como, nem porquê, se estava a transformar. De repente, descobri que  que era muito bom se pudesses ser Tu a conduzir a nossa dança. O que tenho que fazer para que assim seja? Deixar que assim seja, pois claro.

 

Sim, Papá, às vezes quero ser eu a conduzir a nossa dança. É mais cómodo, não me põe em causa. É verdade que também não me faz chegar longe, nem me enche a cara com um sorriso brilhante, mas...

 

Então, fui percebendo que era altura de voltar às origens. Sinto uma vontade irresistível de reavivar as memórias.

Pensando bem, esta é uma lógica que já tem estado muito na vida nos últimos meses, só que tem andado, muitas vezes, apenas pela epiderme da vida, que é importante, mas que não chega. Tenho ido lá atrás, não como quem mexe num baú bolorento e volta a pôr lá tudo, mas como quem quer encarar-se de frente, com virtudes e defeitos, com caminhos e descaminhos, e dizer: esta sou eu, este é o caminho que me trouxe aqui. Não o rejeito, nem o nego, mas cabe-me, hoje, aqui e agora, superá-lo. Sinteticamente, Papá, diria que é algo como o Zé escreveu no nosso símbolo deste Retiro: "Não te esqueças de quem és."

 

Já hoje, ao pensar nisto e ao ouvir o Rui Santiago falar dos dois inícios dos discípulos, do "Eram duas vezes...", isto fez ainda mais sentido. Os Evangelhos não escamotearam os tropeções e os descaminhos dos discípulos. Não. Eles continuaram a ser o que eram, mas de uma forma nova. No fundo, é o mesmo Mistério do Ressuscitado que é o Mesmo, sem deixar de ser de outra forma...

 

Papá, quero reconstruir a nossa história. Sei que, ao fazê-lo, não percorreremos os mesmos trilhos, mas descobriremos novos encantos. Sei também, com uma certeza que abrasa, que não o faremos sozinhos. Será um caminho a partilhar com todos os irmãos que puseste ao meu lado.

 

Voltando atrás, ainda no trajecto Porto-Mira, apercebo-me que já era esta a lógica de reavivar memórias que me acompanhava. Não foi, de certeza, por acaso que a primeira lembrança que o texto "Parar para ver" provocou em mim foi a de Zaqueu. Senti-me transportada para quase 7 anos atrás, para a véspera da minha Confirmação, e foi como se voltasse a ouvir maravilhada que Zaqueu correu à frente da multidão e subiu a um sicómoro para o ver. Sim, Papá, ele agitou-se e agiu para ver Jesus. No entanto, no fim de contas, só quando parou e a acção "passou para o lado de lá" é que verdadeiramente algo aconteceu.

 

Estive a pensar e, se tivesse de contar essa história, seria mais ou menos assim:

 

Era uma vez Zaqueu, cheio de impaciência, de pressas e de vontade de conseguir por ele aquilo que queria.

Zaqueu já tinha ouvido falar de Jesus. Agora, queria olhar para Ele, para saber se aquilo que lhe tinham dito era verdade.

Então, foi e, correndo, correndo, correndo, tentou encontrá-Lo. Só que não conseguia ainda assim. Por isso, subiu a uma árvore e esperou.

 

Aí, chegou Jesus. Olhou-o e viu-o. Com o Seu Amor estampado no olhar, tocou-o por dentro e recriou-o.

 

Bem, é verdade que procurava encontrar-Te ao jeito dele, mas, ao menos, não ficou preso à lógica das multidões...Que eu consiga sair da multidão, para que Tu me possas VER, Papá!

 

 

Sim, Papá, também eu, muitas vezes, quero chegar a Ti à minha maneira.

Esqueço-me que nunca serei eu a chegar a Ti, mas serás sempre Tu a chegar a mim. Esqueço-me do valor da espera. Esqueço-me que, Contigo, a espera nunca pode ser desesperante, porque Tu sais sempre ao nosso encontro. Ainda venho a meio do caminho de volta e já Tu te lançaste a correr, me tomaste nos braços, rodopiaste até ficar tonta, me disseste mil vezes ao ouvido que me amas e mandaste preparar festa, festa e festas. Não resistes não é, Papá?

 

Obrigada, por seres um Deus não desistente!

 

Obrigada, pelos dois "letreiros" que levo hoje "colados" a mim:

 

"Não voltarás a recair na escravidão."

 

"Não esqueças."

 

Só que os "letreiros" em si não valem nada. Só valerão se se transformarem em critérios válidos para viver (e até para morrer) e em opções concretas.

 

Sabes, Papá, meu Senhor e meu Dono, eles valem se eu Te deixar conduzir. É este o único pedido que tenho para Ti: por favor, conduz Tu a dança.

 

Obrigada, Papá, por este coração acelerado, que queria gritar, gritar, gritar ao mundo que Tu és o Meu Senhor e o Meu Dono. Tu és o único capaz de dar Sentido à minha Vida...Tu és!

 

Amo-Te tanto, Papá. Tanto, tanto, tanto... Faz com que a minha Vida seja sinal disso. Não me deixes ficar pelas palavras. Não deixas, não? Por favor...Bate todos os dias à porta e diz-me: eu vi-te.

 

 

P.S. Papá, este post foi escrito três vezes. Uma primeira em papel. Uma segunda, muito alterada, já no blog. Uma terceira aqui, porque a anterior não ficou gravada. Foi uma maneira bonita de Me dizeres que é tempo de reescrevermos a nossa história de Amor, não foi? É tempo de Memorial. Vai ser tão bom fazermo-lo juntos!

 

P.S. 2: Há por aqui uns quantos: "Sim, Papá". Que bom era que nem fosse preciso esse "Sim, Papá", para me levantar e seguir-Te...

 

P.S. 3: Este é, sem dúvida, o post mais estranho que já escrevi. Como dizia na oração de ontem à noite, é como quando recebi um puzzle em que muitas peças tinham a mesma cor. Ao princípio, ficou todo torto, mas houve quem me guiasse a desmontá-lo e a arrumá-lo. Primeiro fica cá uma confusão...Mas depois as peças vão encaixando...É tão bom saber que nunca as encaixarás por mim, mas me guiarás a fazê-lo. É tão saber que não desistes de contar comigo! Ainda há lugar para mim como Tua discípula, apesar de todas as infidelidades e descaminhos, porque Tu és Amor não desistente e Perdão que nada cobra! Comigo como com os primeiros...Comigo como com os primeiros, Papá!

 


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publicado por Micaela Madureira às 11:02 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Sábado, 10 de Abril de 2010

Abba,

 

Obrigado por não quereres ficar arrumado num cantinho reservado aos deuses, preferindo agarrar na tenda e na mochila e caminhar comigo. Agradeço-te, também, porque hoje despertei para isto: para caminhar na direcção do ponto de chegada, tenho de fazer memorial constante de quem sou, da minha História, das minhas origens como Cristão - aquele que é de Jesus -, mas também das minhas origens pessoais.

 

Obrigado, meu verdadeiro Pai, por estares sempre de mão estendida, seja para apontar e denunciar as minhas infidelidades, seja para me agarrares pela mão e seguirmos caminhando lado a lado.


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publicado por José Oliveira às 23:14 | link do post | comentar | ver comentários (2)

Abba,

 

Transforma as minhas metas e alarga os meus horizontes para que eu consiga, com a minha Vida, provocar espanto. Faz-me experimentar profundamente a força e a lógica do teu Reino para que eu sinta as minhas próprias palavras a fugirem da minha razão quando tiver de me justificar. Agarra-me, Abba, agarra-me com a Tua força e lembra-me de quem sou e qual é a minha História, sempre que eu tentar ser apenas morno para não inquietar ninguém…

 

Quero ser um Homem Novo.


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publicado por José Oliveira às 20:40 | link do post | comentar | ver comentários (1)

O despertador toca! e ainda que me custe abrir os olhos por causa do sono e do cansaço, na minha cabeça faz-se luz! É o tão aguardado dia do retiro...talvez o mais aguardado de todos os retiros que já tive até hoje. E enquanto tento despachar-me para não chegar atrasada, um formigueiro vai-se instalando na minha barriga e a ansiedade vai crescendo.

 

Quando ia no carro com a Luisinha e o Hugo em direcção a Mira, juntamente com eles, tive o primeio momento de reflexão após ouvirmos um texto do Rui Santiago " Parar para ver"

 

Foi interessante constatar que cada um de nós se sentiu especialmente tocado por um parágrafo em particular, e ainda que tenho saboreado cada palavra daquele texto, houve algo que me captou em especial a atenção: " (...) foi o meu irmão que me mostrou que é preciso parar para ver,para ser, para saborear (...)"

 

E foi assim que começou a minha partilha:

 

As últimas semanas têm sido bastante complicadas para mim. Ando envoltra numa nuvem de stress, da qual estou a ter dificuldade em sair. Tenho estado mais em baixo, porque o meu avô está bastante doente e apesar de saber do fundo do coração que sempre fui uma boa neta, dou por mim a procurar na memória momentos em que não o saboreei como gostaria, por me deixar levar pela agitação diária que me rodeia.

E quando ontem peguei no telefone, lhe liguei e ouvi a voz dele, já arastada, mas ainda assim repleta de ternura, senti-me preenchida, alegre, triste, senti saudade...

 

ALEGRE porque é uma das pessoas que mais amo neste mundo e que me ajudou a tonrar-me na pessoa que sou hoje.

 

TRISTE pela consciência de que quando tudo estava bem não saboreava o toque, o sorriso, a voz dele tanto como gostaria.

 

SAUDADE de pessoas que tive e que embora estejam sempre comigo no coração já não estão fisicamente ao meu lado.

 

Partilhar com a Luísa e o Hugo esta inquietação que tenho andado a viver foi como uma lufada de ar fresco que me disse que ESTE RETIRO ia ser realmente especial, ia a ajudar-me a encontrar novamente forças, permitir afastar-me da agitação que são os meus dias e PARAR: "Parar para ver, para ser, para saborear" todos os que me rodeiam.

 

Obrigada, a todos vocês que embarcaram comigo neste Retiro e me continuam a ajudar a remar, na minha caminhada, por serem este IRMÃO que me desperta para a realidade e me faz ver, sentir e viver, tudo o que realmente merece ser vivido.

 

Adoro-vos a todos.


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publicado por Ana Rita às 18:30 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Não quero divagar muito, descaminhando do sentido daquilo que quero partilhar.

Sabe Deus o quanto eu não partilho por aqui, mas Hoje deixo-vos aqui o meu testemunho: o que estou a sentir.

Escutei algo como isto: “Ser feliz é uma experiência, foi para isto que eu nasci e não é uma opção.”

Até pode ser algo limitador dizer que “não é uma opção”, no entanto é a porta de abertura a um leque de escolhas ilimitadas.

Sim, a felicidade é uma experiência e não uma escolha digital, do género: “eu hoje vou ser feliz”, a felicidade não é algo que se liga, mas se experimenta, que se faz, que cresce, que se ramifica e se entranha como uma trepadeira.

É no despertar quando tenho a noção que estou vivo, é ao olhar ao espelho pela manhã e opto por um sorriso, é sair de casa com a vontade de fazer diferente aquilo que fiz ontem, é desejar um bom dia a um amigo, melhor, a um estranho – porque não? -, é estar atento a tantas oportunidades sensacionais que passam ao lado no dia-a-dia, é relacionar-me com o meu próximo que tantas vezes descarto o meu olhar, o meu escutar, o meu tocar, é saborear que tudo isto não são só palavras aqui escritas e não vividas e, por fim, ou por início que quem está por trás de todas estas coisas maravilhosas é um grande amigo que não está assim tão longe quanto por vezes imagino, que desde antes do ventre da minha mãe escolheu-me e disse “vive”, que talhou-me para “ser feliz”, “foi para isso que nasci”: Deus-Amor.

Não o Deus melico-doce, mas o Deus-Amor que na Sua graça me liberta, cobrindo com o Seu manto, com o Seu Espírito me deixa percorrer o meu caminho e que se torna o Seu caminho, transformando no nosso caminho.

Eu experimento a felicidade...

E tu queres experimentar?

Olha, vale a pena!



publicado por Alexandre Caramez às 18:23 | link do post | comentar | ver comentários (2)

Finalmente chegamos, mais um ano, a Mira! :) No caminho desafiamo-nos a escutar a reflexão que se segue... E é incrível como podemos ser surpreendios com algo que já conhecemos! Daí a importância de parar. Parar para arrumar o que estava desarrmado até aqui e encontar outros compratimentos que necessitam ser desarrumados, colocados em causa. 
Parar para ver. Ver para Ser.
 
" Quem tiver ouvidos para ouvir
   Ganhará olhos para ver
   A palavra vem, sua tenda nos alarga
   Haja silêncio em nós. "

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publicado por Luísa Pinto às 16:27 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Sexta-feira, 9 de Abril de 2010

Um vídeo que me chegou ao e-mail e achei que devia partilhá-lo aqui:

 



publicado por Ana Montenegro às 18:46 | link do post | comentar | ver comentários (4)

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